O Mercado Livre iniciou nesta sexta-feira, 25 de setembro, a venda de medicamentos que exigem receita médica, abrindo uma nova frente de atuação da empresa no mercado farmacêutico brasileiro.
Inicialmente, a operação ocorre em São Paulo por meio de uma farmácia própria. Entre os produtos disponíveis estão antibióticos e medicamentos da classe dos GLP-1.
Para realizar a compra, o consumidor deverá apresentar a receita, que passa por validação de um farmacêutico.
A empresa também pretende ampliar o modelo por meio de parcerias com redes de farmácias. A previsão é integrar novas redes na Grande São Paulo e expandir a operação ao longo do ano.
A entrada do Mercado Livre no segmento aumenta a concorrência no comércio eletrônico de medicamentos e já repercutiu no mercado financeiro, com ações de grandes redes de farmácias registrando queda após o anúncio.
A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias questiona a legalidade da operação e informou que pretende levar o tema à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


