Rafael Fonteles é cotado para a Fazenda, enquanto Camilo Santana aparece entre os possíveis nomes para a Casa Civil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou as articulações para a composição de seu próximo governo após a vitória no segundo turno das eleições presidenciais. As conversas envolvem lideranças do Congresso Nacional e aliados políticos, em meio à expectativa de mudanças na Esplanada dos Ministérios a partir de janeiro de 2027.
Entre os nomes cotados para cargos estratégicos estão o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), e o senador Camilo Santana (PT-CE), ex-ministro da Educação. As possibilidades foram divulgadas por veículos de imprensa, mas ainda não representam nomeações oficiais.
Fonteles é apontado como um dos possíveis nomes para o Ministério da Fazenda, em razão de sua experiência na área econômica e de sua atuação na Secretaria da Fazenda do Piauí antes de assumir o governo estadual. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) também aparece entre as alternativas mencionadas para o comando da pasta.
Já Camilo Santana é cotado para a Casa Civil, ministério responsável pela coordenação política e administrativa do governo federal. Sua eventual indicação representaria uma mudança na composição do núcleo central do Executivo.
Outro nome citado nas articulações é o do deputado federal André Janones (Rede-MG), que poderá ocupar uma função ligada à comunicação ou à articulação política no Palácio do Planalto. Também há especulações sobre a participação de outros aliados e representantes de partidos que podem contribuir para ampliar a base governista no Congresso.
Na segunda-feira (26), Lula se reuniu com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A aproximação com as lideranças parlamentares é considerada parte das negociações para a próxima etapa do governo, especialmente diante da necessidade de construir apoio para a aprovação de projetos.
A definição dos ministros deverá ocorrer nas próximas semanas. Até lá, os nomes divulgados permanecem no campo das possibilidades, e a composição final dependerá das decisões do presidente e das negociações com os partidos aliados.
Fonte: CNN Brasil, UOL e Folha de S.Paulo.

