
Com o avanço da tecnologia e a transformação dos estilos de vida das pessoas, as metodologias de ensino de idiomas estão sendo adaptadas para atender às novas necessidades dos estudantes. Acompanhando essas transformações, a Casa Thomas Jefferson abraça o uso das novas tecnologias, incluindo a Inteligência Artificial (IA), como uma poderosa ferramenta de aprendizado.
Exemplo de que o uso das tecnologias no ensino veio para ficar é que, desde o segundo semestre de 2025, a Casa Thomas Jefferson disponibiliza aos alunos das turmas Classic, Adult e do Ensino à Distância (EAD) a ferramenta de IA, conhecida como “Mimi”. Por meio de um aplicativo, os alunos podem realizar várias tarefas extraclasses para aperfeiçoar o estudo da língua inglesa, aliando o uso de vídeos curtos com a interação com a Mimi.As atividades podem ser feitas de acordo com a escolha de temas específicos que estão na plataforma.
Longe de substituir o papel fundamental do professor, a tecnologia, segundo a gerente da Thomas Digital, Evania Alves Netto, surge como complemento ao aprendizado do idioma. “A Casa Thomas Jefferson sempre esteve antenada às tendências educacionais e sociais. Dentro deste cenário de uso de tecnologias e inteligência artificial, é necessário trazer essas inovações para o ensino, pois é mais um benefício que permite ao aluno desenvolver a confiança necessária para se comunicar com fluência em contextos globais, unindo a metodologia da Casa Thomas Jefferson à agilidade do mundo digital”.
Diversidade de ferramentas
As tecnologias no ensino de idiomas também podem ser aproveitadas de outras formas. A gamificação é uma das estratégias mais populares para tornar o aprendizado de inglês mais envolvente. Utilizando elementos de jogos, como recompensas, desafios e níveis, esses aplicativos tornam o processo dinâmico e motivador. Esse método não só aumenta o engajamento do aluno, mas também melhora a retenção de conteúdo. Como as atividades são baseadas em desafios e metas diárias, os estudantes têm mais chances de se manter focados e progredir no aprendizado de uma maneira divertida.
Existem também aplicativos que conectam os alunos a falantes nativos em tempo real, ou ainda com o uso de realidade aumentada e realidade virtual, os estudantes podem simular situações cotidianas em ambientes imersivos. Essas experiências não só aumentam a familiaridade com o idioma, mas também com a cultura local, tornando o aprendizado mais rico e autêntico.
Embora os aplicativos e ferramentas online sejam muito eficazes, nada substitui a interação direta com um professor qualificado. “As ferramentas digitais ampliam as opções de aprendizagem e o contato com o idioma fora da sala de aula, mas o professor é quem dá sentido pedagógico a esse volume de informações. A IA e os aplicativos oferecem o insumo e a prática repetitiva, mas é a interação humana que promove a confiança necessária para a comunicação real”, finalizou Evania.
