O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) voltou a defender o fim das sanções internacionais impostas à Síria, argumentando que a medida é fundamental para acelerar a reconstrução do país e impulsionar a recuperação econômica após mais de uma década de conflito.
Durante visita oficial ao território sírio, o líder da ONU destacou que milhões de pessoas ainda enfrentam dificuldades para ter acesso a serviços básicos, como saúde, educação, energia e abastecimento de água. Segundo ele, a flexibilização das restrições econômicas pode facilitar a chegada de investimentos, ajuda humanitária e recursos destinados à reconstrução da infraestrutura.
A guerra civil na Síria, iniciada em 2011, provocou uma das maiores crises humanitárias do mundo, deixando centenas de milhares de mortos e milhões de deslocados dentro e fora do país. Grande parte das cidades e dos serviços públicos foi destruída ao longo dos anos de conflito.
Embora diversos países mantenham sanções contra o governo sírio em resposta a violações de direitos humanos, a ONU defende que a população civil não continue sendo afetada pelas consequências econômicas dessas medidas.
O apelo reforça os esforços da organização para ampliar a cooperação internacional e garantir condições para a recuperação do país, ao mesmo tempo em que incentiva o avanço de uma solução política para o conflito sírio.


