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Paris antecipa o futuro da pele: especialista de Uberlândia participa do maior congresso mundial de dermatologia e estética

Pela primeira vez no IMCAS, Dra. Glaucia Milhomem traz para o Brasil as principais tendências para 2026, com foco em medicina regenerativa e abordagem integrativa.

O que vai dominar a dermatologia em 2026 já começou a ser desenhado em Paris. No fim de janeiro, a especialista em harmonização facial Glaucia Milhomem participou do maior congresso mundial de dermatologia e estética, o IMCAS World Congress, e voltou com uma certeza: a era do embelezamento isolado está dando lugar a uma nova fase da medicina regenerativa, que trata a pele de dentro para fora.

Foi a primeira vez que ela esteve no congresso, que reúne especialistas do mundo todo e concentra lançamentos científicos, tecnologias e equipamentos que ditam o rumo do setor. Para Gláucia Milhomem, a experiência foi um divisor de águas.

“É exatamente como dizem. É uma experiência nova. Foi a primeira vez que tive essa oportunidade de ver de perto tudo o que envolve tendências, tanto científicas quanto práticas. As informações chegam ali em primeira mão. É onde realmente desembarcam as novidades para o ano seguinte”, afirma.

Medicina regenerativa ganha protagonismo
Entre os temas mais debatidos no congresso, a medicina regenerativa se destacou como uma das principais apostas globais. A proposta vai além dos procedimentos tradicionais voltados apenas para preenchimento ou paralisação muscular.

“A gente já está saindo daquela estética focada só em preenchedores e toxina botulínica. O olhar agora é para tratar todas as camadas da pele. É regenerar, estimular, melhorar a qualidade do tecido”, explica.

O movimento acompanha uma tendência mais ampla da saúde integrativa. O foco não está apenas na aparência, mas na performance do organismo como um todo. Segundo Gláucia Milhomem, quanto mais saudável estiver o corpo, melhores serão os resultados dos procedimentos realizados na pele.

“Hoje se fala muito em cuidar de dentro para fora. Quando o paciente está com o corpo otimizado, mais saudável, ele responde melhor a tudo o que aplicamos. O resultado não é só estético, é funcional”, destaca.

Equipamentos e injetáveis mais inteligentes
Outra tendência observada no congresso é a evolução dos equipamentos e dos próprios injetáveis. Ácidos hialurônicos, por exemplo, já começam a chegar ao mercado associados a ativos que potencializam o estímulo biológico da pele.

Um dos produtos citados por Gláucia Milhomem é o Harmonicar, que já faz parte da sua prática clínica e ganhou novas estratégias de uso apresentadas no evento. “Foi interessante ver que um produto que já utilizo e gosto tanto continua evoluindo. Foram discutidas novas formas de aplicação e combinações, sempre com esse foco regenerativo”, conta.

Além dos injetáveis, tecnologias de bioestimulação e equipamentos que promovem estímulos mais profundos e controlados também chamaram atenção. A proposta é unir ciência, segurança e naturalidade nos resultados.

Tendência global com impacto local
Ao participar do principal congresso mundial do setor, Glaucia Milhomem reforça a importância de manter atualização constante e trazer para a prática clínica regional o que há de mais moderno na dermatologia internacional.

Para ela, a experiência em Paris amplia a visão sobre o futuro da especialidade e confirma uma mudança de mentalidade no mercado. “A estética está amadurecendo. O paciente quer naturalidade, saúde e longevidade. E a medicina regenerativa conversa exatamente com isso. Não é só sobre parecer melhor, é sobre ser mais saudável.”

A expectativa agora é aplicar as tendências apresentadas no congresso, antecipando em nível local aquilo que o mundo começa a consolidar como o novo padrão da dermatologia estética e continuar se especializando para oferecer o melhor para o paciente.

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