
Com ingressos esgotados em cidades como Goiânia, Brasília e Belo Horizonte, e alta procura em outras praças logo na abertura das vendas, o ‘Barzim de Rock’, de Dino Fonseca, inicia 2026 como um dos projetos mais aquecidos do rock nacional. Em Campo Grande, por exemplo, 50% dos ingressos foram vendidos no primeiro dia. Em São Paulo, onde o show acontece em 17 de julho, no Espaço Unimed, a expectativa é de casa cheia.
Ao todo, a turnê contará com 15 edições em diferentes regiões do Brasil, passando por capitais e principais cidades do interior. O desempenho nas bilheterias acompanha uma projeção ambiciosa: o projeto deve alcançar R$ 10 milhões em faturamento ao longo do ano, consolidando-se como a maior label de rock do país.
O crescimento chama atenção em um cenário onde o gênero costuma enfrentar desafios para ganhar escala. No caso do ‘Barzim de Rock’, o caminho foi outro. Criado inicialmente como um DVD, o projeto evoluiu para um formato que combina turnê, conteúdo audiovisual e estratégia de mercado.
A proposta parte de um conceito simples: revisitar clássicos que atravessam gerações com uma nova leitura, mais atual e conectada ao público de hoje. No palco, isso se traduz em um repertório que mistura memória afetiva e releituras modernas.
Entre os destaques estão “Meu Erro”, com participação de Guilherme (da dupla com Santiago), que soma 1,3 milhão de views no YouTube, “Primeiros Erros” (1,7 milhão), e “Lanterna dos Afogados”, com Rionegro (dupla com Solimões), que ultrapassa 6,8 milhões de visualizações. Outras faixas como “Tempo Perdido” e “Casinha Branca”, com Renato Viana também estão no set list. “Muita gente dizia que o rock não lotava mais, que o gênero tinha perdido força. O Barzim vem justamente para provar o contrário. O público está aí, ele só queria se reconectar com a música do jeito certo”, afirma Dino.
Outro diferencial está nas conexões entre artistas. Mesmo sendo um dos principais nomes do rock nacional, Dino aposta em encontros com nomes de diferentes gêneros, como Bruno (da dupla com Marrone), ampliando o alcance e aproximando públicos distintos.
A segunda edição do projeto reforça essa proposta, com releituras de “Carla”, “Casinha de Sapê”, “Me Chama” e “Zóio de Lula”. “Eu não tenho medo de misturar. Já ouvi muito que rock e sertanejo não conversam, mas a verdade é que música boa conversa com qualquer público. E, quando você coloca verdade, o resultado aparece, os números estão aí para provar. Hoje, o Barzim virou referência. Não é só um show, é um movimento. E eu acredito que a gente está só no começo”, completa Dino.
Vale ressaltar que os ingressos estão à venda pelo próprio link disponível pelas redes de Dino Fonseca, no link (aqui)
Agenda “Barzim de Rock” 2026
Ingressos à venda:
10/04 – Goiânia (GO)
11/04 – Brasília (DF)
17/07 – São Paulo (SP) – Espaço Unimed
07/11 – Uberlândia (MG)
21/06 – Campo Grande (MS)
Vendas em breve:
20/06 – Cuiabá (MT)
26/07 – Londrina (PR)
29/08 – Natal (RN)
05/09 – Fortaleza (CE)
12/09 – São José do Rio Preto (SP)
19/09 – Manaus (AM)
31/10 – Ribeirão Preto (SP)
21/11 – Rio de Janeiro (RJ)
28/11 – Campinas (SP)

